200 mil casos foram registrados apenas entre janeiro de 2021 e janeiro de 2022. Porto Velho corresponde a 31% das infecções. O estado de Rondônia atingiu, no início desta semana, a marca de 300 mil casos conhecidos de coronavírus desde o começo da pandemia (que completa dois anos no próximo mês de março). Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a infecção se avançou com rapidez, principalmente no ano passado.
Casos de Covid chegam a 300 mil em Rondônia — Foto: Jorge Júnior/Rede Amazônica
Nos primeiros dez meses da pandemia, entre março de 2020 e janeiro do ano passado, foram 100 mil casos de coronavírus notificados no estado. Já os outros 200 mil casos foram contabilizados de janeiro de 2021 a janeiro deste ano. E em um ano e dez meses de pandemia, Rondônia teve mais de 2 mil casos registrados em 24h apenas três vezes, sendo que 2022 já entrou nesse recorde. Com o avanço da variante Ômicron, especialistas acreditam que o número de infecções tende a triplicar nas próximas semanas. A nova variante já está em circulação em Porto Velho, Jaru, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim, Alta Floresta do Oeste, Presidente Médici, Cerejeiras, Seringueiras e Vilhena.
Casos curados e ativos
Desde o início da crise sanitária, um boletim diário com as informações do avanço da pandemia é divulgado durante a noite pelas Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Além de informar os casos e mortes registrados no estado, o governo divulgava o número de pacientes curados da doença e a quantidade de casos ativos. No entanto no início de dezembro do ano passado houve um ataque hacker ao site do Ministério da Saúde e isso comprometeu a atualização de dados. O boletim diário do governo, por exemplo, não foi publicado nos dias 10, 11, 12, 13 ,14 e 25 de dezembro de 2021.
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A partir de 15 de dezembro o boletim começou a ser atualizado de maneira manual. Atualmente ele vai ao ar apenas com informações de casos e óbitos provocados pelo coronavírus, ou seja sem a quantidade de casos ativos e curados. Até 9 de dezembro, antes do sistema federal ser hackeado, o governo de Rondônia informava que 270.169 pessoas já tinham se recuperado da doença.
Mortes
Em um ano e dez meses de pandemia, o estado já soma 6.810 mortes provocadas pela Covid, sendo que março do ano passado foi a pior época, quando Rondônia chegou a ter mais de 50 óbitos provocados pela doença em 24h. A primeira morte por Covid foi registrada em Rondônia no dia 29 de março de 2020, e 138 dias depois o estado chegou a 1.000 vítimas fatais. Em menos de 160 dias depois já eram 2.000 vidas perdidas. Em março do ano passado o estado chegou aos 3 mil mortos de coronavírus. Desde então, mais 3,8 mil pessoas morreram pela Covid em um período de dez meses.
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A Prefeitura de Paranaíba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, está realizando a campanha de vacinação contra a influenza nos CEINFs, por meio do Vacimóvel. A iniciativa leva a vacinação diretamente até as unidades escolares, garantindo mais praticidade, segurança e ampliando a cobertura vacinal.
Na segunda e terça-feira, os CEINFs Maria Marlene e Caio Beviláqua receberam o Vacimóvel. Nesta quarta-feira (08), a ação acontece no CEINF Antônia Mainardi; na quinta-feira (09), será a vez do CEINF Irmã Dulce; e, na sexta-feira (10), a vacinação chega à Casa da Criança.
Importante: não se esqueça de enviar a caderneta de vacinação!
A ação faz parte da campanha estadual de imunização e reforça o compromisso com a saúde e o bem-estar das nossas crianças.
Uma iniciativa curiosa e simbólica está conectando o agronegócio à pré-história brasileira. O pecuarista José Roberto Giosa, conhecido pela criação de Nelore Mocho de alta genética, decidiu homenagear o Museu de Paleontologia de Fernandópolis ao batizar um de seus futuros reprodutores como “Baurusuchus do Leblon”.
O nome faz referência ao Baurusuchus, um réptil que viveu há cerca de 85 milhões de anos e é o principal destaque do acervo do museu. Já o “Do Leblon” identifica a linhagem genética selecionada na fazenda do criador, localizada em Paranaíba (MS).
A homenagem surgiu após uma visita de Giosa ao museu, em agosto de 2025. Impressionado com a riqueza dos fósseis encontrados na região, ele decidiu eternizar a experiência no nome do animal — e foi além: presenteou o curador do museu, o professor Carlos Eduardo Maia de Oliveira, conhecido como “Cadu”, com o próprio touro.
Segundo o professor, o gesto foi um dos momentos mais marcantes de sua trajetória na área.
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Apesar da pouca idade, o “Baurusuchus do Leblon” já chama atenção. Com apenas sete meses, o garrote apresenta características que indicam alto potencial genético. De acordo com a veterinária e professora Gabriela de Godoy Coco Arduino, o animal possui excelente estrutura racial, com costelas longas e garupa ampla — atributos valorizados na pecuária de elite.
A genética também reforça a expectativa: o bezerro é descendente da mesma linhagem do touro Ornado do Leblon, grande campeão nacional da ExpoZebu 2015, realizada em Uberaba (MG).
Agora, um novo projeto pretende levar o animal para exposições em Fernandópolis (SP) e Paranaíba (MS). A proposta é apresentar o touro ao lado de réplicas do fóssil que inspirou seu nome, criando uma ponte entre a pecuária de alto padrão e a valorização do patrimônio científico.
Para o professor Cadu, a homenagem vai além do simbolismo. Ela representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido no museu e reforça o orgulho da comunidade em torno de uma descoberta que ganhou destaque internacional.
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