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Estado

MS é o único estado a implementar todos os instrumentos da governança climática

LUIS VILELA

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Mato Grosso do Sul é o único estado brasileiro que cumpre todos os quesitos acordados entre os entes subnacionais para implementação da governança climática. Os dados estão na segunda edição do Anuário Estadual de Mudanças Climáticas, estudo divulgado na semana passada pelo Centro Brasil no Clima (CBC) e que reúne dados, indicadores e análises sobre o estágio das políticas climáticas nos estados brasileiros.

O Anuário contém todos os dados das atividades econômicas, os impactos que causam no meio ambiente (como emissões de GEEs), e as políticas que os estados se comprometeram e estão desenvolvendo para reverter e amenizar os efeitos das mudanças climáticas. Essas são as Estratégias de Mudanças Climáticas, que envolvem planos de ação ou um conjunto de diretrizes estruturadas pelos governos para orientar a gestão climática no estado, incluindo prazos e organismos ou instituições responsáveis pela execução.

Mato Grosso do Sul se destaca em vários aspectos do Anuário. Junta-se ao grupo de oito estados com melhores índices de destinação correta dos resíduos sólidos urbanos. Em 2015 o percentual de destinação correta dos resíduos sólidos urbanos em todos os municípios sul-mato-grossenses era de 44%; em 2024 esse índice chegou a 85%.

Ao lado de Minas Gerais e Bahia, Mato Grosso do Sul implantou todas as etapas de gestão do CAR (Cadastro Ambiental Rural), desde a inscrição, análise por equipe e automatizada, regulamentou e disponibilizou recursos humanos para operacionalizar o PRA (Programa de Regularização Ambiental).

MS ainda possui todos os instrumentos estaduais de financiamento às políticas ambientais e enfrentamento às mudanças climáticas, a exemplo do ICMS Verde, Fundo Ambiental, Fundo de Recursos Hídricos, Fundo Climático. Por fim, o Estado tem a meta mais ambiciosa de todos os entes subnacionais, que é tornar o Estado Carbono Neutro até 2030.

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Escolha certa

Para o titular da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck, o sucesso do Plano Clima no Estado se deve à opção feita pelo governador Eduardo Riedel de perseguir o caminho do desenvolvimento sustentável que alia o crescimento econômico e social com a conservação ambiental.

Recentemente o Estado elaborou e implantou a Política Estadual de Mudanças Climáticas, também implantou o Fórum Estadual de Mudanças Climáticas e realizou dois encontros para levantar, debater e propor soluções aos temas elencados, em abril e novembro de 2024.  Em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Governo de Mato Grosso, implementou o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Pantanal (PPPantanal).

A lista de ações conta ainda com o alinhamento às metas nacionais do Plano ABC+ de sustentabilidade na atividade agropecuária, aplicação do Inventário de Emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) e criação o Fundo de Financiamento de Mudanças Climáticas, além de possuir PERS (Plano de Resíduos Sólidos) e PERH (Plano de Recursos Hídricos). Essas são as sete condicionantes acordadas entre os entes subnacionais para integração e aplicação efetiva da política climática estadual.

Secretária-executiva de Meio Ambiente da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Ana Trevelin participou de um painel em Brasília (DF) durante o lançamento da segunda edição do Anuário e analisa os avanços e desafios de Mato Grosso do Sul para implementar toda agenda da ação climática.

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“Ficamos felizes com o resultado do Anuário e, principalmente, com o exercício que ele provoca junto a todos os gestores públicos estaduais do País na área do meio ambiente a pensarem como estão pensando e realizando seu trabalho, produzindo resultados para a sociedade e como está nossa capacidade de enfrentamento das mudanças climáticas”, ponderou Ana Trevelin.

“No caso de Mato Grosso do Sul, ficamos satisfeitos ao comprovar que existe um trabalho sistêmico que envolve outras secretarias, não apenas a Semadesc e a Secretaria Executiva de Meio Ambiente, assim como os organismos vinculados, todos voltados para a preocupação de como é que podemos amparar nossa sociedade e conduz um trabalho de adaptação e mitigação às mudanças climáticas”, completou a secretária executiva.

Economia

O perfil socioeconômico do Estado também apresenta boa classificação. Destaca-se entre os estados menos desiguais com relação à distribuição de renda do País, segundo a metodologia do Índice Gini, que mede a desigualdade de renda indo de 0 (perfeita igualdade) a 1 (máxima desigualdade). Santa Catarina tem o melhor índice Gini do País (0,431), seguido de Mato Grosso (0,442), Rondônia (0,443) e Minas Gerais (0,449). Em quinto está Mato Grosso do Sul (0,455) e em sexto, Rio Grande do Sul (0,460).

Em 2023, Mato Grosso do Sul apresentou o segundo maior índice de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), estudo que soma todas as riquezas produzidas no Estado naquele ano. O índice de Mato Grosso do Sul ficou em 13,4%, pouco abaixo do Acre, que teve o melhor desempenho com 14,7%.

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Com relação às emissões, houve redução significativa no volume de gases causadores do Efeito Estufa liberados na Atmosfera em todo País. Foram 1,49 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em 2024, enquanto em 2023 esse volume chegou a 1,92 bi/ton e no ano anterior, 2,08 bi/ton. Só a região Sudeste não apresentou redução nas emissões. Entre as atividades com as maiores emissões está a Agropecuária.

Desafios

Entre os desafios para melhorar os resultados de sustentabilidade, destaca-se a vasta área com índices de degradação. Dos 179 milhões de hectares de pastagens, 107,6 milhões (60%) foram classificados como de baixo ou médio vigor.

A região Centro-Oeste concentra 41,5% do potencial de áreas degradadas passíveis de conversão para sistemas sustentáveis tanto na pecuária intensificada, silvicultura, agricultura ou sistemas agroflorestais.

Mato Grosso do Sul detém 12,3 milhões de hectares de pastagens com baixo ou médio vigor, conforme a segunda edição do Anuário de Mudanças Climáticas, seguido de Mato Grosso (12,5 milhões/ha) e em terceiro, Minas Gerais (17,2 milhões/ha).

“O Estado demonstrou nesse Anuário, novamente, os avanços em relação às políticas de mudanças climáticas, tendo desenvolvido um conjunto de instrumentos adequados para poder avançar nessa área. Um exemplo é o Road Map, em que avaliamos a situação de todos os municípios, e a estratégia do Estado Carbono Neutro que passa, sim, pela necessidade de fazermos recuperação. Nos últimos anos já incorporamos 5 milhões de hectares ao processo produtivo e a ideia é que, através do FCO Verde, do Programa Prosolo, possamos dar continuidade nesse processo de recuperação convertendo essa área remanescente ao processo produtivo”, afirmou Jaime Verruck.

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Por fim, o Anuário apresenta iniciativas estratégicas de Mato Grosso do Sul para mitigar os efeitos e reverter riscos ambientais como queimadas, ondas de calor e emissões de GEEs, como o Programa MS Carbono Neutro, Carne Carbono Neutro e Rodovias Resilientes, destaca o estudo.

Entre os biomas brasileiros, o Pantanal apresentou o maior índice (-58,6%) de redução de desmatamento em 2024, comparado a 2023. O status de mitigação dos riscos e vulnerabilidades do Estado é classificado como Avançado/Parcial, com destaque para o monitoramento das emissões e certificação dos ativos ambientais.

João Prestes, Comunicação Semadesc
Foto de capa: Bruno Rezende/Secom/Arquivo

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Luís Vilela é jornalista formado pela UNIDERP Campo Grande (MS), atual em veículos de imprensa como Jornal O Estado de MS, rádio CBN Campo Grande, Jornal Tribuna Livre, Rádio Difusora e Rádio VALE FM. Vencedor de premios de Jornalismo FAMASUL e OCB/MS.

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Estado

Telessaúde de Mato Grosso do Sul lidera cobertura no Centro-Oeste e cresce mais de 500%

LUIS VILELA

Publicado

em

Entre 2022 e 2025, a expansão acelerada dos serviços digitais consolidou o estado como o de melhor cobertura de telessaúde do Centro-Oeste

Com a implantação das bases da saúde digital no território estadual, a estratégia tem ampliado o acesso à atenção especializada e contribuído diretamente para a redução das filas de regulação no SUS (Sistema Único de Saúde). Houve expansão consistente da telemedicina e do telediagnóstico, com incorporação estruturada, em 2025, de modalidades como tele-ECG, teledermatologia, teleoftalmologia, teleconsultas, teleinterconsultas e teleconsultorias na Rede de Atenção à Saúde, elevando a resolutividade do atendimento.

O principal destaque é o tele-ECG (tele-eletrocardiograma), com 84.880 exames realizados em 2025, consolidado como uma das ferramentas clínicas mais utilizadas na rede pública. No mesmo período, as teleinterconsultas somaram 18.630 atendimentos, fortalecendo o suporte especializado às equipes da Atenção Primária e qualificando a condução clínica dos pacientes nos próprios municípios.

De acordo com monitoramento do Ministério da Saúde, todos os municípios do estado contam com ofertas de telessaúde e avançam na organização do uso dos serviços, alinhados aos eixos do Programa SUS Digital: cultura e educação permanente em saúde digital; soluções e serviços tecnológicos; e interoperabilidade e uso estratégico da informação.

Cobertura e impacto na regulação

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A ampliação do telediagnóstico impactou a regulação estadual. Atualmente, 60 municípios utilizam tele-ECG e 28 contam com teledermatologia. Outros 8 participaram da campanha itinerante de teleoftalmologia, com 954 exames realizados, ampliando o acesso a diagnóstico especializado.

Quatorze municípios apresentam alto índice de resolutividade via teleatendimento, com redução expressiva e em alguns casos, eliminação da demanda reprimida por especialidades, entre eles: Caracol, Aquidauana, Pedro Gomes, Brasilândia, Coxim, Fátima do Sul, Angélica, Anastácio, Deodápolis, Rio Negro, Sidrolândia, Selvíria, Vicentina e Bandeirantes.

Para a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, o próximo passo é consolidar o uso contínuo das ferramentas.
“Os avanços demonstram o potencial da telessaúde para ampliar o acesso e reduzir desigualdades. Agora, é fundamental integrar as soluções digitais à rotina dos serviços, com fluxos organizados e equipes engajadas para gerar impacto permanente no cuidado”, destaca.

Estrutura e política de saúde digital

A política estadual é coordenada pela Superintendência de Saúde Digital da SES (Secretaria de Estado de Saúde) em articulação com os municípios. Segundo a superintendente Marcia Tomasi, a prioridade é qualificar o uso da estrutura já implantada.
“A base tecnológica está disponível em todo o estado. O foco é apoiar as equipes na incorporação da telessaúde ao processo de trabalho, fortalecendo a rede assistencial”, afirma.

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O avanço é sustentado por portarias federais publicadas em 2025 que reforçam a política de saúde digital no SUS e por investimentos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com envio de kits multimídia e equipamentos para Unidades Básicas de Saúde, ampliando a capacidade de teleatendimento e telediagnóstico.

Modalidades e especialidades

O Núcleo de Telessaúde oferta atendimento remoto em diversas especialidades e formatos. As teleconsultorias, síncronas ou assíncronas, contemplam áreas como clínica médica, infectologia, dermatologia, pediatria, nefrologia, obstetrícia, hematologia, psiquiatria, endocrinologia, pneumologia, neurologia, geriatria, reumatologia, ortopedia, medicina de família, psicologia, nutrição e enfermagem.

As teleinterconsultas promovem troca técnica entre profissionais para apoio à decisão clínica em especialidades como cardiologia, endocrinologia, pneumologia, neurologia, pediatria, psiquiatria, nefrologia, infectologia e gastroenterologia, incluindo gestação de alto risco.

Já as teleconsultas conectam especialista e paciente diretamente, ampliando o acesso a áreas como endocrinologia, pneumologia, neurologia, pediatria, psicologia, nutrição, reumatologia e ortopedia.

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Segundo a coordenadora do Telessaúde da SES, Rosângela Dobbro, a diversidade de modalidades sustenta os resultados alcançados.
“A telessaúde aproxima o especialista do cidadão e apoia as equipes locais. Isso se reflete em mais acesso, cuidado qualificado e maior resolutividade da rede”, ressalta.

André Lima, Comunicação SES
Foto: Agência Brasil

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Cidade

Com saldo de 6.157 empregos, Mato Grosso do Sul tem melhor desempenho no Caged em 12 meses

LUIS VILELA

Publicado

em

Mato Grosso do Sul teve um saldo positivo na geração de empregos formais de 6.157 vagas no mês de fevereiro. Esse é o melhor desempenho do Estado desde fevereiro de 2025, quando foram criados 8.280 novas vagas. Com esse resultado, o saldo do período subiu para 10.369 e o estoque de empregos formais em Mato Grosso do Sul chega a 700.176, número recorde.

Dois setores foram responsáveis pelo excelente desempenho do Estado na geração de empregos, embora nenhum tenha apresentado saldo negativo. Os Serviços empregaram mais 2.466 trabalhadores, enquanto a Construção teve acréscimo de 1.752. Em terceiro vem a Agropecuária (948), seguida da Indústria (871) e por fim, o Comércio (120).

Os homens formam o maior universo das contratações de fevereiro: 4.063, enquanto as mulheres foram 2.094. Com relação à escolaridade, o grupo mais numeroso (3.088) concluiu o Ensino Médio. Em segundo lugar estão os trabalhadores que disseram ter o Ensino Fundamental Incompleto, já 766 não concluíram o Ensino Médio, 574 têm o Fundamental Completo, 518 concluíram o Ensino Superior, 75 estão cursando uma faculdade e apenas 53 se declararam analfabetos.

No recorte por idade, o grupo mais numeroso (1.963) está na faixa etária entre 18 a 24 anos, seguidos do grupo entre 30 a 39 anos (1.095), depois vem o grupo entre 40 a 49 anos (1.087), enquanto 745 tinham até 17 anos e 638 estavam na faixa entre 50 a 64 anos. No grupo acima (65 anos ou mais) houve redução de 14 vagas no mês de fevereiro.

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Na distribuição regional, a Capital do Estado, Campo Grande, teve o maior saldo das novas contratações em fevereiro com acréscimo de 1.269 trabalhadores, seguido de Inocência, onde está sendo instalada a megaindústria de produção de celulose da Arauco do Brasil, que registrou saldo de 1.028 vagas. Em terceiro aparece Dourados (677), depois Três Lagoas (372) e fechando o ranking dos cinco maiores empregadores do mês, Rio Brilhante com mais 222 trabalhadores.

O bom desempenho de fevereiro colocou Mato Grosso do Sul na 10ª colocação nacional entre os maiores saldos de empregos formais. São Paulo foi o primeiro com 95.896 novas vagas. Em nível nacional foram gerados 255.321 novos empregos no mês de fevereiro.

João Prestes, Comunicação Semadesc
Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo

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Cidade

Mato Grosso do Sul recebe ‘selo ouro’ do Compromisso com a Alfabetização

LUIS VILELA

Publicado

em

O Governo de Mato Grosso do Sul recebeu importante reconhecimento nacional em cerimônia realizada em Brasília (DF), pelo MEC (Ministério da Educação), segunda-feira (23): é o selo ouro do Compromisso com a Alfabetização. Além da rede pública estadual, 43 municípios sul-mato-grossenses também receberam a honraria, evidenciando avanço conjunto das políticas públicas do setor no Estado, ideia que recebe fomento prioritário da SED (Secretaria de Estado de Educação), indo além da REE (Rede Estadual de Ensino).

Durante o evento também foi divulgado o resultado do Indicador Criança Alfabetizada (ICA) nacional. O Brasil alcançou 66% das crianças alfabetizadas, o mesmo índice alcançado por Mato Grosso do Sul, superando a meta prevista pelo Estado para 2025. O dado reforça a efetividade das ações desenvolvidas no território sul-mato-grossense e demonstra a força do trabalho articulado entre Estado e municípios em favor da alfabetização.

“O avanço de Mato Grosso do Sul no ICA demonstra a seriedade do trabalho realizado pelas redes estadual e municipais. Superar a meta projetada para 2025 é motivo de orgulho, mas também de responsabilidade. Esse resultado reforça a importância do regime de colaboração para que Estado e municípios continuem avançando juntos na alfabetização das crianças sul-mato-grossenses”, afirma o secretário de Estado de Educação, Hélio Daher.

Já a articuladora estadual da Renalfa pela Undime/MS, Alessandra Beker, ressaltou que o reconhecimento dos municípios e o desempenho alcançado pelo território estadual refletem um esforço coletivo e permanente em prol da aprendizagem.

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“O avanço dos municípios de MS na alfabetização das crianças mostra a força de um trabalho construído com compromisso, acompanhamento e cooperação entre as redes. Esse reconhecimento nacional reforça que, quando a alfabetização é tratada como prioridade, os resultados chegam e fazem diferença na vida das crianças”, destaca Alessandra.

A conquista fortalece ainda mais a agenda da alfabetização em Mato Grosso do Sul e reafirma a importância de manter o regime de colaboração como base para a continuidade das ações. O reconhecimento nacional alcançado pelo Estado e pelos municípios representa não apenas uma premiação, mas a consolidação de um compromisso público com a aprendizagem, a equidade e a garantia do direito de cada criança ser alfabetizada na idade adequada.

Coordenadora de Articulação Pedagógica e articuladora estadual da Renalfa, Gorete Siqueira também destacou a relevância da conquista. “Receber o selo ouro é resultado de trabalho contínuo, planejamento, colaboração e, sobretudo, de uma rede comprometida com o direito de aprender. Cada conquista reflete o empenho de gestores, professores, equipes técnicas e de todos que acreditam na alfabetização como base da educação”, enfatiza.

Prefeitos, dirigentes municipais de educação e equipes técnicas das secretarias municipais de Educação participaram da solenidade, que reuniu representantes de todo o país. A comitiva sul-mato-grossense contou ainda com a participação das articuladoras estaduais do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.

Adersino Junior, Comunicação SED
Foto de capa: Bruno Rezende/Secom-MS
Internas: Arquivo SED

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