Por meio do trabalho executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) durante o período de seca, o Governo de Rondônia concluiu na sexta-feira (5) a recuperação dos 300 quilômetros de vias não pavimentadas sob sua responsabilidade nos municípios de Ji-Paraná e Presidente Médici. Com base num Plano Anual de Trabalho, as equipes da 8ª Residência Regional do DER foram divididas em frentes de serviço para atender, inclusive, vias municipais sob termo de cooperação, como as Linhas do km 9 e do km 12, em Ji-Paraná e a Linha 114, entre Presidente Médici e Ministro Mario Andreazza.
Governo conclui recuperação de 300 quilômetros de estradas em Ji-Paraná e Presidente Médici
De acordo com o residente regional, Klayson Furtado, nestes termos de cooperação estabelecidos, foram realizadas obras não só de recuperação, mas também de melhorias, tais como: substituição de bueiros e pontes de madeira. “Pelos termos de cooperação, foram executados serviços como reconformação de plataforma, recomposição de revestimento primário, limpeza lateral, saídas d’água e sinalização”, explica. Furtado destaca ainda que os trabalhos de manutenção das vias devido ao período de inverno amazônico já se iniciaram, com foco na eliminação de atoleiros, abertura de saídas d’água, desobstrução de bueiros e recuperação de pontes de madeira para garantir o tráfego, mesmo com as chuvas intensas. Com base nas ações integradas entre as regionais, o DER tem focado na recuperação total das rodovias com e sem pavimentação asfáltica sob responsabilidade do Governo do Estado, bem como auxiliar na manutenção de vias municipais de maior importância.
Malha viária sob a responsabilidade do Governo de Rondônia totalmente recuperada na Região Central do Estado
Segundo o diretor-geral do DER, Elias Rezende, é o conjunto de procedimentos técnicos executados dentro de um Planejamento Anual de Trabalho que garante a qualidade dos resultados. “O governador Marcos Rocha tem acompanhado de perto as ações do DER nos 52 municípios. Por meio de uma gestão transparente e responsável, tem garantido que nossas equipes consigam fazer mais pela infraestrutura do Estado, com qualidade e eficiência no uso dos recursos públicos”, detalha.
Intervenção infraestrutural na via com corte de morro e atenuação de aclive
Nos municípios de Ji-Paraná e Presidente Médici, onde atua a 8ª RR-DER, cerca de 300 quilômetros de rodovia
s estaduais sem pavimentação asfáltica recebem periodicamente manutenção para garantir a trafegabilidade, sem interrupção dos trabalhos, até mesmo durante a pandemia de covid-19.
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Na região outros 100 quilômetros de vias pavimentadas recebem a manutenção executada pela Usina de Asfalto do DER de Ji-Paraná, além da atenção dada pela atual gestão Marcos Rocha ao Aeroporto José Coleto e ao Parque tecnológico Vandeci Rack. Ao todo, o DER tem sob sua responsabilidade mais de seis mil quilômetros de vias com e sem pavimentação nos 52 municípios, além de quatro aeroportos no interior do Estado. Para executar a recuperação, manutenção e melhoria de toda esta infraestrutura, o órgão dispõe de mais de 1200 servidores, 14 Residências Regionais e quatro Usinas de Asfalto Usinado a Quente (CBUQ).
H. Eduardo Pessoa é Jornalista e Desenvolvedor de diversos Portais de Notícias como este destinado à Empreendedores, Jornalistas e Pequenas e Médias Empresas. Experiência de mais de 12 mil notícias publicadas e nota máxima de satisfação no Google e Facebook com mais de 79 avaliações de clientes.
A Prefeitura de Paranaíba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, está realizando a campanha de vacinação contra a influenza nos CEINFs, por meio do Vacimóvel. A iniciativa leva a vacinação diretamente até as unidades escolares, garantindo mais praticidade, segurança e ampliando a cobertura vacinal.
Na segunda e terça-feira, os CEINFs Maria Marlene e Caio Beviláqua receberam o Vacimóvel. Nesta quarta-feira (08), a ação acontece no CEINF Antônia Mainardi; na quinta-feira (09), será a vez do CEINF Irmã Dulce; e, na sexta-feira (10), a vacinação chega à Casa da Criança.
Importante: não se esqueça de enviar a caderneta de vacinação!
A ação faz parte da campanha estadual de imunização e reforça o compromisso com a saúde e o bem-estar das nossas crianças.
Uma iniciativa curiosa e simbólica está conectando o agronegócio à pré-história brasileira. O pecuarista José Roberto Giosa, conhecido pela criação de Nelore Mocho de alta genética, decidiu homenagear o Museu de Paleontologia de Fernandópolis ao batizar um de seus futuros reprodutores como “Baurusuchus do Leblon”.
O nome faz referência ao Baurusuchus, um réptil que viveu há cerca de 85 milhões de anos e é o principal destaque do acervo do museu. Já o “Do Leblon” identifica a linhagem genética selecionada na fazenda do criador, localizada em Paranaíba (MS).
A homenagem surgiu após uma visita de Giosa ao museu, em agosto de 2025. Impressionado com a riqueza dos fósseis encontrados na região, ele decidiu eternizar a experiência no nome do animal — e foi além: presenteou o curador do museu, o professor Carlos Eduardo Maia de Oliveira, conhecido como “Cadu”, com o próprio touro.
Segundo o professor, o gesto foi um dos momentos mais marcantes de sua trajetória na área.
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Apesar da pouca idade, o “Baurusuchus do Leblon” já chama atenção. Com apenas sete meses, o garrote apresenta características que indicam alto potencial genético. De acordo com a veterinária e professora Gabriela de Godoy Coco Arduino, o animal possui excelente estrutura racial, com costelas longas e garupa ampla — atributos valorizados na pecuária de elite.
A genética também reforça a expectativa: o bezerro é descendente da mesma linhagem do touro Ornado do Leblon, grande campeão nacional da ExpoZebu 2015, realizada em Uberaba (MG).
Agora, um novo projeto pretende levar o animal para exposições em Fernandópolis (SP) e Paranaíba (MS). A proposta é apresentar o touro ao lado de réplicas do fóssil que inspirou seu nome, criando uma ponte entre a pecuária de alto padrão e a valorização do patrimônio científico.
Para o professor Cadu, a homenagem vai além do simbolismo. Ela representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido no museu e reforça o orgulho da comunidade em torno de uma descoberta que ganhou destaque internacional.
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, por meio da unidade de Paranaíba, atendeu diversas ocorrências nas últimas 24 horas. Entre elas, uma chamou atenção pela gravidade e terminou em morte na zona rural da região.
O caso foi registrado na manhã de quarta-feira, por volta das 11h03, em uma área entre os municípios de Paranaíba e Cassilândia. Os bombeiros foram acionados após um trabalhador rural não retornar ao alojamento desde a tarde de terça-feira.
Diante do desaparecimento, colegas iniciaram buscas e localizaram o trator que ele operava, que havia despencado em uma ribanceira em área de serra. No entanto, o operador não foi encontrado inicialmente.
Ao chegar ao local, a equipe do Corpo de Bombeiros realizou buscas em meio ao terreno de difícil acesso e, posteriormente, encontrou a vítima sob o trator, já sem sinais vitais.
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A Polícia Civil e a Perícia Científica foram acionadas para realizar os levantamentos necessários e apurar as circunstâncias do acidente e a causa da morte.
Após a liberação da área, uma retroescavadeira de esteira, cedida por uma empresa da região, foi utilizada para estabilizar o trator, garantindo segurança durante a operação. Em seguida, os bombeiros fizeram a retirada do corpo, que foi encaminhado à funerária de plantão.
A ocorrência foi encerrada por volta das 18h30, com o retorno da equipe à base em Paranaíba.
A vítima era um homem de 32 anos, natural de Florianópolis (SC), que trabalhava para uma empresa com sede em Três Lagoas e prestava serviços na região há mais de três anos.
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