Sócios da casa e integrantes da banda que tocava na noite da tragédia foram condenados em 10 de dezembro do ano passado. O TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) anulou, por 2 votos a 1, nesta quarta-feira (3), em Porto Alegre (RS), o julgamento que condenou por homicídio doloso os quatro réus do caso boate Kiss, tragédia que deixou 242 mortos em Santa Maria. A informação foi confirmada pela assessoria do órgão à reportagem do R7.
Em 10 de dezembro passado, nove anos após o incêndio, o júri condenou os dois sócios da boate, Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, a 22 anos e 6 meses e 19 anos e 6 meses, respectivamente. Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, que tocava na noite da tragédia, e Luciano Bonilha, produtor de eventos que trabalhava para a banda, foram condenados a 18 anos de pena. Os elementos apontados pela acusação durante os dez dias de julgamento, em dezembro, foram a superlotação da Kiss na noite da tragédia; o uso de uma espuma no teto, para isolamento acústico, que com o incêndio liberou gases tóxicos, o que provocou a maioria das mortes; e o uso e o manejo irregulares pela banda de artefatos pirotécnicos em ambiente fechado.
A tragédia
A tragédia aconteceu na noite de 27 de janeiro de 2013, na boate Kiss, na cidade de Santa Maria (RS). A casa noturna promovia a festa universitária Agromerados, com a apresentação da banda Gurizada Fandangueira. Durante a festa, o produtor de eventos do grupo, Luciano Bonilha, acendeu um artefato pirotécnico que estava na mão do então vocalista Marcelo de Jesus dos Santos. O fogo atingiu parte do teto do estabelecimento e causou a morte de 242 pessoas. Outras 636 ficaram feridas.
As responsabilidades foram apuradas em seis processos judiciais. O principal tramitou na 1ª Vara Criminal da Comarca, foi dividido e originou outros dois. No processo criminal, os empresários Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann (sócios da boate), o vocalista Marcelo e o produtor musical Luciano Bonilha respondem por homicídio simples com dolo eventual. Em 10 de dezembro, os quatro réus foram julgados por um Conselho de Sentença, constituído por sete jurados, no plenário do Foro Central I de Porto Alegre.
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O julgamento ocorre na capital gaúcha porque foi concedido em 2020 um desaforamento – transferência de julgamento para outra comarca – aos réus Elissandro, Mauro e Marcelo. Somente Luciano não teve interesse na troca. No entanto, o TJ-RS determinou que ele se juntasse aos outros em um único julgamento.
H. Eduardo Pessoa é Jornalista e Desenvolvedor de diversos Portais de Notícias como este destinado à Empreendedores, Jornalistas e Pequenas e Médias Empresas. Experiência de mais de 12 mil notícias publicadas e nota máxima de satisfação no Google e Facebook com mais de 79 avaliações de clientes.
Uma mulher morreu após se envolver em um acidente de trânsito entre uma bicicleta elétrica e um carro, em Paranaíba. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada para atender a ocorrência envolvendo um veículo Renault Duster branco e uma bicicleta elétrica. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a condutora da bicicleta caída ao solo, enquanto o motorista permanecia no local.
O condutor do carro, relatou que seguia no sentido Centro/bairro e havia acabado de avançar após a abertura do sinal verde, quando a ciclista, que trafegava pela Rua Durval no mesmo sentido, acabou atingindo a lateral do veículo.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e realizou o atendimento à vítima, que foi encaminhada à Santa Casa do município. Apesar dos esforços da equipe médica, a mulher não resistiu e teve o óbito confirmado na unidade hospitalar.
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para realizar o teste do etilômetro no motorista, já que o equipamento não estava disponível no 13º Batalhão da Polícia Militar. O exame apontou 0,05 miligrama de álcool por litro de ar expelido.
Diante da situação, o condutor foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado. Ele também foi autuado administrativamente por dirigir sob influência de álcool.
A bicicleta elétrica permaneceu no local do acidente devido à falta de guincho no município. A Polícia Militar entrou em contato com um familiar da vítima para providenciar a retirada do veículo.
As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades.
Na manhã desta quarta-feira (11), a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu dois mandados de prisão em Paranaíba durante ação conjunta da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) e da 1ª Delegacia de Polícia.
As prisões foram determinadas pela Vara Criminal da comarca após condenação definitiva, com trânsito em julgado, pelo crime de estupro. Os condenados foram encaminhados ao sistema prisional para cumprimento da pena em regime fechado.
A investigação foi conduzida pela Delegacia de Atendimento à Mulher. Após os procedimentos na delegacia, os presos ficaram à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais, com garantia de sigilo.
O corpo de um homem ainda não identificado foi encontrado na tarde desta sexta-feira (6) no Córrego Ceroula, região da cachoeira do Ceuzinho, em Campo Grande. O cadáver estava preso em galhos dentro do rio, na região da MS-080, rodovia que liga a Capital ao município de Rochedo.
O achado ocorreu quando o comerciante Moacir de Paula Castro, de 65 anos, pescava no local. Ele avistou o corpo enroscado na vegetação dentro do rio e acionou a Polícia Militar.
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No local, os policiais confirmaram a presença do cadáver no leito do rio, cerca de dois quilômetros da rodovia. O corpo já estava em avançado estado de decomposição e exalava forte odor.
A vítima é um homem. Ele vestia camiseta escura, cueca e calçado escuro e não portava documentos pessoais, o que impediu a identificação no local.
A equipe policial precisou entrar no rio para retirar o corpo. Sem equipamentos de resgate, os militares improvisaram uma corda com cipó para puxar o cadáver até a margem.
Peritos da Polícia Civil foram acionados e realizaram os procedimentos no local. Após a perícia, o corpo foi recolhido por funerária e encaminhado para exames que devem ajudar na identificação da vítima.
O caso foi registrado como achado de cadáver e morte decorrente de fato atípico. A investigação ficará a cargo da Delegacia de Polícia Civil de Terenos.
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